20 dezembro 2021

Vence quem vence a si

22 setembro 2015

Acídia
No bar do futuro há luzes verticais nas colunas, tudo cimentado, chão velho limpo, cerveja cara, o mais velho aparenta novo, uma escadaria com cem degraus nos leva para uma surpresa pouco surpreendente onde o caminho de volta aparenta mais curto que a ida. Bons tempos que nunca vivi, uma miragem num mirante sem vista... é só um motivo para ir.
Acendi o cigarro ao contrário. É uma mistura de foda-se com quantos sobraram no maço?

27 novembro 2014

Paura

Senão o medo que consome e alimenta um vida morta. Obrigado Spi.

18 fevereiro 2014

Vcs não sabem o que é a inconsciência do inconsciente... Comprei flores, um ramo com 7 flores, queria 10, sobraram duas, bucetas brancas lindas abertas no frio da noite. Frio duvidoso frente ao calor infernal dos últimos dias. Vi o Gullar tentando explicar que o poema é quase uma cagada, mas ninguém queria entender, essa mania absurda de uma imprensa rasa que faz tudo parecer pragmático e chato demais. Que pergunta a resposta, que tira a reflexão de cada vírgula, que porre. Porre é aquilo que te faz lembrar de um passado quase presente. Eu queria mesmo estar de novo naquele buraco no céu, sem fim, onde o tempo não tem tempo, não tem sentido, onde o tempo é todos os tempos, naquela porra de ciclo infinito... enqto alguém quer dar sentido, eu dou o sentido que quero. Se vc nunca vem aqui, não volte.
teu cu
Sério? Sério que você está falando isso? Sério mesmo?
Que trágico sequer entender, sequer perceber que não há nada de natural no que está naturalizado...

Tempo

Estranho voltar aqui, reler-me, recordar. Pérolas e pensamentos crus, de tempos perdidos, de pensamentos. Só posso ser o que ainda não sei.

04 fevereiro 2013

iniquum vita

01 novembro 2012

Mamon

Sr. que briga por um quarto e seu capacho, Dario e uma comissões, BB e Gérson de lei, posso ligar no fixo e sua rapariga, vão todos vos foderem antes q eu me esqueça. A saber, meu dinheiro está aqui esperando... Adoro esse tipo de problema q se resolve com dinheiro. É formidável comprar um pedaço, ainda q peqno, do cérebro de vcs, tal qual Lecter, q fritou em azeite e alcaparras os miolos do burocrata, e o fez comer. Comam meu dinheiro. Esfomeados.

30 julho 2012

...sintomas de quem está perdido, há mto.
Falta algo, não sei bem aonde e nem pq, mas caralho, falta o mínimo.. pois parece simples e claro pra mtos, menos pra ele. Os julgamentos firmes não animam e nem mesmo fazem cócegas, só trazem ira, o torpor arrogante mto menos, a necessidade ególatra de fazer-se ouvir é o resto azedo do vinho barato no fundo da taça.. o q se ouve cheira a merda, aquela merda pisada q nem a mosca quer, q só incomoda no vão do sapato, q seca e não sai mais do pisante... As vezes penso pq demoramos tanto...

05 junho 2012

Trocadalhos

Do caminhão de frutas da Jafet: CAQUI/FIGO ou Cago aqui e fico Da garota ao lado: PAULA TRAZ OU ESQUECE ou Pau lá atrás ou esquece

12 abril 2012

Cada um coca o que fanta...

05 março 2012

Dalla

"...senza nessuno che gli chiede come va"
Grazie
Sonhei q estava jogando fora inúmeros tupperwares de feijão congelado...

18 dezembro 2011

Brahkouer

Brahkouer vestia um manto azul escuro e usava sandálias, caminhava calmamente por um terreno de terra batida todo desnivelado protegido por um guarda-chuva. Alguém separou-se do bando para ajudá-lo, em reverência, segurou o guarda-chuva e caminhou ao seu lado. Ambos alcançaram uma imensa porta toda de madeira pesada e ferragens idem.

Ao entrar viram uma mesa retangular encostada na parede, foram até ali, e Brahkouer, grisalho e de feições hindu, sentou-se. Um servo trouxe, num pires, uma fatia de bolo branca polvilhada com côco ralado. Nesse momento, aquele que acompanhou Brahkouer até o lugar se afasta, percebe um cartaz translúcido escrito BRAHKOUER, o lê mesmo percebendo que as letras estão invertidas, e logo após vai embora abrindo a enorme e pesada porta a procura do bando.

Brahkouer não diz uma palavra, nem percebe que o acompanhante não estava mais lá. O acompanhante de Brahkouer era meu inconsciente.

22 novembro 2011

O Cavanhabo do Diaque...