As vezes é um inferno passageiro. As vezes vc é o passageiro da própria. É tão simplório falar dos outros. 3 min. 24 dólares no bolso. O q vc quer afinal? O q afinal? Estava lá c/ pouco, era o toque do real, impressionante, como um adolescente em meio a febre. Puta q la merda. O pacote todo me incomoda diariamente. Pq o cara é mentiroso, me diz? Pára de se esconder e me diz! O chato mora ao lado, como o abutre q come seu fígado todo dia. Eu preciso dele pra beber, vou avisar. Rio, q saco. O bafo da pinga. Cada curva q é difícil pilotar, como pode? Quem come desse prato?
Vi e vivi coisas q se perderão como lágrimas na chuva. Carrego comigo uma fúria ancestral q destina minha sina. Silêncio tapado, como barulho de avião no aeroporto. Moleque imaturo exibido, tudo tem tempo. Camarada, pangaré. 0,2 pts. Momo, meia já basta, vc alcança coisas q estão em ti. Itálico. Do you see the way the tree bands? Difícil falar sim... mais um da cxa de 20, perdi a medida, perdi controle, como se tivesse q ter. Proibido fumar. Ganhei c/ J4s. Eu gosto mesmo disso, parece q une o q eu sei e o q eu vou aprender. Q será?
Arte Palhaço! Ride pagliaccio! Caruso.. caralho, tocou e eu não esqueço.. digo, não esqueço. Bate sol meu velho, vc iria pirar. Não vamos quebrar nada, simbora. Punta, Saitão! Punta q pariu. Tem um Shrek lá, esperando. Vou comprar mesmo sendo ruim. Cafeteira, camisa do porco, tv maior. Teve uma mão q eu não blefei, não gosto de naipadinhas.
27 Setembro 2009
30 Julho 2009
29 Julho 2009
27 Julho 2009
Caldo de Sururu
É um bicho, parece vôngole, parece nada, cinza, um caldo, supimpa, vc nem percebe o coentro. Aliás não há nada sem coentro, parece uma praga, vc percebe bem qdo o rango é ruim qdo vc só percebe o coentro. Comi a melhor moqueca da vida, no leite de coco e azeite de dendê, creiam a capixaba é uma bosta. Vc tem q ir até lá e comer vatapá e caruru no mercado modelo, caruru e vatapé é quiabo em 20 maneiras diferentes de fazer. As ruas cheiram acarajé.
Foi bumba atrás de bumba, todo dia, há alguns c/ ar condicionado, quem tem grana tb tem no carro, impreterivelmente. Disse o motorista q o pior inverno foi há 5 anos, 17 graus, impiedosos. Pode chover, ficar nublado, ventar, a sensação é sempre de 26 graus, frio não existe.
Pelourinho é realmente algo impactante, qqer casebre medíocre tem 350 anos. É um emaranhado de de edifícios peqnos absurdamente grudados numa ladeira de pedra. Realmente percebi história no ar, cada preto tem um orguho do cacete daqueles prédios caindo aos pedaços, cada um olha aquilo como se fosse seu. Fitinha do Sr. do Bonfim o caralho! Vai tomar no cu. O Brasil é ali, é como uma capital q deu certo do seu jeito, não é como Sampa construída por imigrantes e migrantes, não é o Rio c/ a vinda da família real.
O q emputece é o axé, é a mania presente de achar q turista é sinhô. Parece uma coisa q eles tomaram pra si, como uma herança maldita, uma alegria tosca, besta, um mundo cunhado pra turista, sorria, vc está na Bahia. O elevador é tosqueira, não é panorâmico. Há uns 5 fortes lá, há 300 igrejas, até onde sua vista alcança, há mar pra onde vc olhar, há trânsito, há preto, há "foi" sempre ao final das frases, "Cumeu muqueca, foi?".
As pessoas tem consigo a herança africana, o orguho de serem pretos, como os paulistanos q se acham italianos morando em Nova Iorque, como os gaúchos q pensam ser alemães, como os cariocas q pensam ser malandros. Todo esteriótipo existe e reside em cada um de nós, mas o Brasil é ali, a pressa baiana tem motivo real, não há pq correr, entende?
Saudades.
Foi bumba atrás de bumba, todo dia, há alguns c/ ar condicionado, quem tem grana tb tem no carro, impreterivelmente. Disse o motorista q o pior inverno foi há 5 anos, 17 graus, impiedosos. Pode chover, ficar nublado, ventar, a sensação é sempre de 26 graus, frio não existe.
Pelourinho é realmente algo impactante, qqer casebre medíocre tem 350 anos. É um emaranhado de de edifícios peqnos absurdamente grudados numa ladeira de pedra. Realmente percebi história no ar, cada preto tem um orguho do cacete daqueles prédios caindo aos pedaços, cada um olha aquilo como se fosse seu. Fitinha do Sr. do Bonfim o caralho! Vai tomar no cu. O Brasil é ali, é como uma capital q deu certo do seu jeito, não é como Sampa construída por imigrantes e migrantes, não é o Rio c/ a vinda da família real.
O q emputece é o axé, é a mania presente de achar q turista é sinhô. Parece uma coisa q eles tomaram pra si, como uma herança maldita, uma alegria tosca, besta, um mundo cunhado pra turista, sorria, vc está na Bahia. O elevador é tosqueira, não é panorâmico. Há uns 5 fortes lá, há 300 igrejas, até onde sua vista alcança, há mar pra onde vc olhar, há trânsito, há preto, há "foi" sempre ao final das frases, "Cumeu muqueca, foi?".
As pessoas tem consigo a herança africana, o orguho de serem pretos, como os paulistanos q se acham italianos morando em Nova Iorque, como os gaúchos q pensam ser alemães, como os cariocas q pensam ser malandros. Todo esteriótipo existe e reside em cada um de nós, mas o Brasil é ali, a pressa baiana tem motivo real, não há pq correr, entende?
Saudades.
06 Julho 2009
E.T.
02 Julho 2009
26 Junho 2009
Havia uma pedra no caminho
Curioso como tanta tecnologia consegue ser inútil dependendo das circunstâncias. Os caras mandam uma parafernália de milhões de dólares pro cu do mundo, milhares de km de distância daqui, e uma pedrinha fode tudo. Menos é mais.
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